Deus abençoa o seu povo para ser um instrumento de bênção de Deus a todos os confins da terra

"Para que se conheça na terra o teu caminho, e entre todas as nações a tua salvação." Salmos 67:2

São João 14:6

Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.

A importancia de fazermos missões

O grande missionário Dwight Moody escreveu: Moisés passou 40 anos pensando que era alguma coisa, 40 anos vendo que não era nada...

Bases Bíblicas de Missões no ANtigo Testamento

NO PRINCIPIO - AS ALIANÇAS, SALMOS E MISSÕES, PROFETAS E MISSÕES!

Voce só entende bem uma pessoa quando se coloca no lugar dela.


Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque eu o sou.
João 13:13
Que maravilhoso professor temos! Às vezes o pro­curamos em casa, mas não está. Continuamos a procu­ra e o encontramos talvez no deserto ou num monte, orando; ou conduzindo algum pobre cego pela mão ou comendo com publicanos e pecadores; ou dormindo na tempestade ou conversando com uma samaritana; ou rodeado de homens irados; ou carregando uma cruz. Não são apenas as suas palavras que instruem. Seu lu­gar, sua ocupação, suas companhias, seu ambiente, sua roupa, seu silêncio, sua submissão - todos estão reple­tos de ensinos. E aqueles que aprendem dEle tornam-se parecidos com Ele.
George Bowen

Quando é inevitável conter as lagrimas, Deus dá alegria.

Eis aqui vos trago novas de grande alegria, que será para todo o povo.
Lucas 2.10
É verdade que essas boas novas de grande alegria eram para "todo o povo", mas não em primeiro lugar. A mensagem cai em nossos próprios ouvidos sendo, em primeiro lugar, para nossa própria alma.
Oh! pense bem nisso! Guarda as verdades divinas primeiro em teu próprio coração. Pede em sincera ora­ção que o Espírito as escreva em tua consciência, com a pena celestial. Você será, então, um vaso adequado para o uso do Mestre, para levar sua mensagem, com poder espiritual, até a alma dos outros.
F. Whitfield


Como utilizar o tempo?


Ensina-nos a contar os nossos dias, de tal maneira que alcancemos corações sábios.
Salmos 90.12
Cada dia é uma pequena vida, e toda nossa vida é só uma repetição de dias. Assim, o velho Jacó conta sua vida em dias, e Moisés deseja aprender esse ponto da aritmética santa - a contar, não os anos, mas os dias. Aqueles, portanto, que ousam perder um dia são peri­gosamente generosos; os que ousam empregar mal um dia, insensatos.
Hall

Convite "Família Ágape in Concert"


Nossa salvação é atada com a própria mão de Deus


Eu, o Senhor, não mudo.
Malaquias 3.6
Nossa esperança não está pendurada num cordão simples do tipo "é o que imagino" ou "é provável"; mas o cabo, a corda resistente que segura nossa âncora, é o juramento e a promessa daquEle que é a Verdade eter­na. Nossa salvação é atada com a própria mão de Deus e com a própria força de Jesus, na estaca resistente da natureza imutável de Deus.
William Rutherford

Eu te pus... para que sejas de salvação até aos confins da terra. Atos 13-47


Eu te pus... para que sejas de salvação até aos confins da terra.
Atos 13-47
Ser-me-eis testemunhas... até aos confins da terra.
Atos 1.8
Hoje, mais do que nunca, as pessoas estão ques­tionando se o Cristianismo é, de fato, a verdadeira religião que traz a salvação ao mundo. Cristãos, nos­sa tarefa é dar nossa parte da resposta a essa per­gunta. É dada a nós, em quem, neste momento, a Igreja se incorpora parcialmente, a tarefa de declarar que o Cristianismo, que a fé cristã, que a humanida­de cristã pode fazer pelo mundo aquilo de que ele necessita.
Você pergunta: "Que posso fazer?"
Você pode formar uma vida cristã. Você pode fazer com que sua vida seja tão fiel em cada obrigação, tão pronta para cada serviço, tão determinada a não come­ter nenhum pecado, que a grande Igreja cristã será mais forte por você viver dentro dela. E, dessa forma, o pro­blema do mundo será respondido, trazendo, na certa, uma grande paz sobre esta fase pobre e perplexa de nossa humanidade, quando esta observar a verdadeira beleza do Cristianismo.
Phillips Brooks

O Coman­dante da salvação está ao seu lado e, no meio do confli­to mais árduo


Venho agora como príncipe do exército do Senhor.
Josué 5.14
É certo que agora Israel precisa enfrentar o inimigo com confiança inabalável, e cantar vitória mesmo antes de ganhar a batalha. Assim também o cristão. Ele não avança para algum conflito de resultado incerto: o re­sultado da batalha não é duvidoso. A luta pode ser se­vera, e a campanha, longa. Às vezes, como o peregrino, ele pode ficar prostrado, quase perdendo a espada; mas apesar de "abatido" ele não é "destruído". O Coman­dante da salvação está ao seu lado e, no meio do confli­to mais árduo, ele pode dizer: "Graças a Deus que nos dá a vitória por nosso Senhor Jesus Cristo". .   
S. A. Blackwood

Qual deve ser o ob­jetivo ou propósito das ações de um homem?

Mas pela graça de Deus sou o que sou; e a sua graça para comigo não foi vã, antes trabalhei muito mais do que todos eles; todavia não eu, mas a graça de Deus, que está comigo
1 Coríntios 15:10

A raiz de conceito pessoal elevado é o enfoque serviçal egoísta.

A palavra (graça) vem do grego (charis / carisma), que significa uma influência divina sobre o coração humano e seu reflexo na vida. Isto marca: o favor de Deus, em quem não merece.

Devemos reconhecer que tudo o que agora somos, nós somos pela graça de Deus. Se temos algo, é porque Ele nos deu, o que profetiza porque palavra profética porque foi expressada, o professor ensina porque ele foi ensinado, o pregador exorta porque a palavra o exorta, e o músico toca porque as melodias têm foi inspirado, em outras palavras, se algo fazemos para Deus ou é porque nós compartilhamos o mesmo da Sua graça e poder para fazê-lo, é ele que dá o poder de agir sob seu comando.

A verdadeira devoção e comunhão com Deus são baseados em que, a Pessoa do Filho (Jesus Cristo) temos a graça de conhecê-Lo, servi-Lo e agradá-Lo como Ele exemplificou isso (1 Coríntios 1:9, Mt 3:17, Jo 5:30 .) O serviço cristão verdadeiro está definido para fazer o que Ele manda (Atos 22:10), ao invés de nos o que pensa ou acredita que é certa a fazer para Deus (At 26:9-12), e até mesmo fazer ou falar como os outros, fora do tempo certo Deus e Sua ordem (Atos 9:20-22).

Sua graça << não foi en vão>> para nós, Deus que é rico em misericórdia, não só nos leva a servi-Lo, mas Ele mesmo é quem nos capacita por mediante Sua pessoa, o Espírito Santo para fazê-lo corretamente de acordo com Escritura (1 Tm 3:16-17). Verdadeiro serviço a Deus é que Ele é a atenção e o serviço prestado é o Espírito Santo que nos conduz em serviço para glorificar o Filho (Jesus Cristo), e ao mesmo tempo nos leva a conhecer a Sua vontade. Não podemos servir eficazmente, senão o conhecermos claramente (Jo 16:14), Ele nos mostra tudo sobre Si Mesmo por Seu meio plenamente inspirado e escrito (Lucas 24:44-45, João 14:26, 2 Pedro 1:19-21 .) Se hemos trabalhado ou feito alguma coisa para o Senhor, na qual  acreditamos que é mais precioso do que o trabalho dos outros, devemos entender que não nós, "mas a graça de Deus conosco"

Por isso, nem o que planta é alguma coisa, nem o que rega, mas Deus, que dá o crescimento. Ora, o que planta e o que rega são um; mas cada um receberá o seu galardão segundo o seu trabalho.
Porque nós somos cooperadores de Deus; vós sois lavoura de Deus e edifício de Deus. Segundo a graça de Deus que me foi dada, pus eu, como sábio arquiteto, o fundamento, e outro edifica sobre ele; mas veja cada um como edifica sobre ele. Porque ninguém pode pôr outro fundamento além do que já está posto, o qual é Jesus Cristo. 1 Coríntios 3:7-11

Se alguém quiser fazer a vontade dele, conhecerá a respeito da doutrina de Deus

(João 7:17) Se alguém quiser fazer a vontade dele, conhecerá a respeito da doutrina de Deus ou se eu falo de mim mesmo.

A fonte define a fonte, um equívoco leva a uma essência superficial e ensino espiritual, e essa doutrina leva a uma vida retorcida.

Há um ponto muito importante em fazer a vontade (desejo) de Deus, e é (querer). Esta palavra vem do grego {dsélo / edsélo} o que significa: escolher, preferir, querer, ter uma inclinação. Se os crentes querem, preferir ou escolher realmente quer saber se a mensagem não é verdadeira, será fácil saber. Qualquer pessoa ou que desejam realmente quer fazer o que Deus quer, Deus irá revelar se o ensñanza é Divino (vem de El) ou é um conceito motivado por um desejo arrogante e egoísta (do homem).

Aqui é uma promessa maravilhosa para todos os que buscam a verdade e quer ferventemente (A Pessoa e a sua palavra - Jo 14:6, 17:17). Se um crente sinceramente deseja conhecer y saber realmente a verdade, Deus irá revelar <> Todo crente rendido ao Espírito Santo receberá os benefícios da mesma. Um conhecimento claro e detalhado do que Deus quer (Jo 14:26, Ef 6:6). A capacitação divina, direção e controle para levar a cabo o desejo expresso de Deus (Rm 8:14, Ef 2:7). A sabedoria necessária basada na capacitação Divina do Divino Espírito Santo que nos leva a seu controle e orientação de como e o que fazer (Tiago 3:17-18, Col 1:9, 3:16). E o reflexo de Sua natureza se manifesta em nós (Gálatas 5:22-23, 2 Pedro 1:4), que é o objectivo geral da mensagem revelada, já que o objetivo principal é glorificar a Deus (João 16:14, 1 Cor 12:3).

É o Espírito Santo, que registra a verdade em nossas vidas (Hebreus 10:16), e somente pela iliminación do mesmo Espírito em Sua Palavra é que nos faz desejar e inclinarnos para fazer a vontade de Deus, de tal modo poder viver baixo uma redinção e negação da vida por completamente (Lc 9:23) .. Essa entrega e submissão ao Espírito é o que levará a não ser parcialmente, mas plenamente preparado para toda boa obra (2 Tm 3:17), até que todos cheguemos à unidade da fé e do conhecimento do Filho de Deus , a varão perfeito, à medida da estatura da plenitude de Cristo (Ef 4:13). -

Frases de Celebres de Dwight Lyman Moody

Dwight Lyman Moody
"Um homem pode falsificar o amor, pode falsificar a fé, pode falsificar a esperança e todas as outras virtudes, mas é muito difícil falsificar a humildade.

O caráter é o que você é na escuridão.

O mundo não entende a teologia ou o dogma, mas ele entende amor e a compaixão.

A tendência do mundo é para baixo - o caminho de Deus é para cima

A obediência quer dizer marchar em frente quer sentirmos ou deixarmos de sentir alguma coisa. Muitas vezes andamos contra as nossas sensações. Fé é uma coisa, e sensação é outra.

O cristão de joelhos vê mais do que um filósofo nas pontas dos pés.

Deus não despede ninguém vazio exceto aqueles que são cheios de si mesmos.

Pequenos números não fazem nenhuma diferença para Deus. Não há nada pequeno se Deus estiver nele.

Acredito que satã existe por duas razões: primeiro, a Bíblia diz que sim; segundo, já negociei com ele.

Tenho mais preocupações com D. L. Moody do que com qualquer outro homem que alguma vez me encontrei.

Deus não tem nada para dizer a justos aos seus próprios olhos.

Quando um homem não tem nenhuma força, se ele se inclinar diante de Deus, ficará poderoso.

As tentações parecem-se com vagabundos. Trate-as amavelmente, e elas retornarão trazendo outras com elas.

As tentações nunca são tão perigosas a não ser quando elas nos vêm sob um traje religioso.

Se eu caminhar com o mundo, eu não posso andar com o Deus.

Podemos suportar melhor a aflição do que prosperidade, já que na prosperidade nos esquecemos de Deus.

Tenha coragem. Andamos no deserto hoje, e na Terra Prometida amanhã.

Orei por fé e pensei que qualquer dia a fé baixaria e me atingiria como o relâmpago. Mas a fé não pareceu vir. Um dia li em Romanos 10, " A Fé vem pelo ouvir, e ouvir pela Palavra do Deus." Então abri minha Bíblia e comecei a estudar, e a fé vem crescendo desde então.

Buscar o perpetuar do nome de alguém na terra é como escrever na areia da praia; para ser perpétuo ele deve ser escrito em costas eternas.

Acredito que a família foi estabelecida muito antes da igreja, e o meu dever é primeiro com minha família. Não devo negligenciar minha família.

Você vai encontrar centenas de censuradores entre cristãos professos; mas toda a crítica deles não conduzirá uma única alma a Deus.. Sinto que Jesus Cristo deveria ter um representante muito melhor do que sou. Mas já vivi por muito tempo, o bastante para descobrir que não há nada perfeito neste mundo. Se você for esperar até que encontre um pregador perfeito ou que melhore as reuniões, temo que vai precisar de um milênio

A lei pode me dizer quão torto eu sou. Mas quando a graça vem, endireita-me.

Uma vida consagrada produzirá uma impressão mais profunda. Os faróis não carregam nenhuma buzina; eles apenas brilham."

Agora cabe a você ter compaixão

Deixando-nos exemplo, para que sigais as suas pisadas.
1 Pedro 2:21
Há muito deixei de orar: "Senhor Jesus, tenha com¬paixão deste mundo perdido!" Lembro-me do dia e da hora em que me pareceu ouvir o Senhor reprovando-me por fazer tal oração. Era como se dissesse: "Eu estou tendo compaixão desse mundo perdido, e agora cabe a você ter compaixão".
A. J. Gordon

Quando só resta Deus


Tu a quem tomei desde os fins da terra, e te chamei dentre os seus mais excelentes, e te disse: Tu és o meu servo, a ti escolhi e nunca te rejeitei.
Não temas, porque eu sou contigo; não te assombres, porque eu sou teu Deus; eu te fortaleço, e te ajudo, e te sustento com a destra da minha justiça.
Eis que, envergonhados e confundidos serão todos os que se indignaram contra ti; tornar-se-ão em nada, e os que contenderem contigo, perecerão.
Buscá-los-ás, porém não os acharás; os que pelejarem contigo, tornar-se-ão em nada, e como coisa que não é nada, os que guerrearem contigo.
Porque eu, o SENHOR teu Deus, te tomo pela tua mão direita; e te digo: Não temas, eu te ajudo.
Não temas, tu verme de Jacó, povozinho de Israel; eu te ajudo, diz o SENHOR, e o teu redentor é o Santo de Israel. 

Isaías 41:9-14

O meu Deus será a minha força.


O meu Deus será a minha força.
Isaías 49.5
Ó, não ore para ter vida fácil! Ore para ser mais forte! Não ore por tarefas que se igualem às suas forças; ore por forças que se igualem às suas tarefas! Então, o J cumprimento de seu trabalho não será um milagre, pois o milagre será você mesmo. Todos os dias você ficará maravilhado pela riqueza da vida que lhe sobreveio pela graça de Deus.
Phillips Brooks

Arracando o dia na Patagonia Austral.

Patogonia Austral (A famosa Patagonia rebelde)
 

A porta que Deus abre ninguén fecha

Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas.
E ao anjo da igreja que está em Filadélfia escreve: Isto diz o que é santo, o que é verdadeiro, o que tem a chave de Davi; o que abre, e ninguém fecha; e fecha, e ninguém abre:
Conheço as tuas obras; eis que diante de ti pus uma porta aberta, e ninguém a pode fechar; tendo pouca força, guardaste a minha palavra, e não negaste o meu nome.
Eis que eu farei aos da sinagoga de Satanás, aos que se dizem judeus, e não são, mas mentem: eis que eu farei que venham, e adorem prostrados a teus pés, e saibam que eu te amo.
Como guardaste a palavra da minha paciência, também eu te guardarei da hora da tentação que há de vir sobre todo o mundo, para tentar os que habitam na terra.
Eis que venho sem demora; guarda o que tens, para que ninguém tome a tua coroa.
A quem vencer, eu o farei coluna no templo do meu Deus, e dele nunca sairá; e escreverei sobre ele o nome do meu Deus, e o nome da cidade do meu Deus, a nova Jerusalém, que desce do céu, do meu Deus, e também o meu novo nome.
Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas. 
Apocalipse 3:6-13

O Ofício Ministerial - John Wesley

'E ninguém toma para si esta honra, senão o que é chamado por Deus, como Arão'.
(Hebreus 5:4)
[Com respeito a este Sermão, a seguinte informação foi dada pelo Sr. Moore, em seu "Life of Mr. Wesley," vol. ii., p. 339] --

                "Eu estava com o Sr. Wesley, em Londres, quando ele publicou este Sermão. Ele havia me encorajado a ser um homem de um livro; e ele tinha repetidamente me convidado a falar abertamente de qualquer objeção que eu tivesse, por alguma coisa que ele publicou".

"Eu pensei que algumas coisas neste discurso não fossem encontradas na Bíblia; e eu resolvi dizer a ele na primeira oportunidade. Ela logo surgiu. Eu respectivamente observei que eu concordei com ele que nosso Senhor havia enviado sempre para a humanidade, através das pessoas a quem ele enviava, instrução, reprovação, e correção na retidão; e que havia uma distinção real entre o ofício profético e o sacerdotal, no Velho Testamento, e o ofício profético e pastoral no Novo; (onde nenhum sacerdócio é mencionado, a não ser aquele de nosso Senhor); mas eu não pensei que o que ele teria dito, concernente os Evangelistas e Pastores, ou Bispos, fosse concordante com o que nós lemos lá; a saber; que o último tinha o direito de administrar os sacramentos, que o primeiro não possuía. Eu observei":

"'Senhor, você sabe que os Evangelistas Timóteo e Tito foram ordenados pelo Apóstolo, para conferir sacramento aos Bispos de todas as partes; e, certamente, eles não puderam conceder a eles uma autoridade que eles mesmos não possuíam'".

"Ele olhou sinceramente para mim, por algum tempo, mas não com descontentamento. Ele não fez qualquer réplica, e logo introduziu um outro assunto. Eu não disse mais nada. O homem de um livro não iria disputar com ele. Eu creio que ele viu que, seu amor para com a Igreja, do qual ele nunca se desviou desnecessariamente, tinha, nesta instância, o conduzido um pouco mais longe". – [Editor]

-----

1. Existem excessivamente poucos textos das Santas Escrituras que têm sido mais freqüentemente estimulados do que este contra os pregadores leigos que não são nem Sacerdotes, nem Diáconos, e ainda assim, tomaram para si pregarem. Muitos têm perguntado, "Como alguém se atreve 'tomar para si esta honra, a menos que ele seja chamado de Deus, como foi Arão?'". Alguns anos atrás, um clérigo, piedoso e sensato, publicou um sermão nestas palavras, em que ele se esforça para mostrar que não é suficiente ser interiormente chamado por Deus para pregar, como muitos se imaginam ser, a menos que eles sejam exteriormente chamados pelos homens enviados por Deus para este propósito, como Arão foi chamado por Deus, através de Moisés.

2. Mas existe uma falha grave neste argumento, tão freqüentemente quanto ele tem sido apresentado. 'Chamado por Deus, como foi Arão!'. Mas Arão não pregou, afinal: Ele não foi chamado para isto, tanto por Deus, quanto pelo homem. Arão foi chamado para ministrar nas coisas santas; -- para oferecer orações e sacrifícios; para executar o ofício de um Sacerdote. Mas ele nunca foi chamado para ser um Pregador.

3. Nos tempos antigos, o ofício de um Sacerdote e aquele de um Pregador eram conhecidos por serem inteiramente distintos. E, sendo assim, todos serão convencidos a traçarem o assunto imparcialmente desde o começo. De Adão a Noé, todos admitiram que o primogênito, em cada família, fosse, é claro, o sacerdote naquela família, em virtude de sua primogenitura. Mas isto não dava a ele o direito de ser um Pregador, ou (em uma linguagem bíblica), um Profeta. Este ofício não pouco freqüentemente pertenceu ao mais jovem ramo da família. Porque neste respeito, Deus sempre afirmou seu direito de enviar, através daquele a que Ele enviava.                                                                                                                                                 

4. Do tempo de Noé, para aquele de Moisés, a mesma observação pode ser feita. O mais velho da família era o Sacerdote, mas algum outro poderia ser o Profeta. Este, o ofício de Sacerdote, nós nos certificamos Esaú herdou, em virtude de seu direito de primogenitura, até que ele profanamente o vendeu a Jacó por um prato de guisado de lentilhas. E isto foi o que ele nunca pôde recuperar, 'embora ele o buscasse cuidadosamente com lágrimas'. (Gênesis 25:30) 'E disse Esaú a Jacó: Deixa-me, peço-te, comer desse guisado vermelho, porque estou cansado. Por isso se chamou Edom. Então disse Jacó: Vende-me hoje a tua primogenitura'.

5. De fato, no tempo de Moisés uma mudança considerável foi feita com respeito ao sacerdócio. Deus, então, indicou que, em vez do primogênito, em cada casa, toda uma tribo pudesse ser dedicada a ele; e que todos que, mais tarde, ministraram junto a ele, como sacerdotes, pudessem ser daquela tribo. (Números 3:6) 'Faze chegar a tribo de Levi, e põe-na diante de Arão, o sacerdote, para que o sirvam'. (Números 3:12-13) 'E eu, eis que tenho tomado os levitas do meio dos filhos de Israel, em lugar de todo o primogênito, que abre a madre, entre os filhos de Israel; e os levitas serão meus. Porque todo o primogênito é meu; desde o dia em que tenho ferido a todo o primogênito na terra do Egito, santifiquei para mim todo o primogênito em Israel, desde o homem até ao animal: serão meus; eu sou o Senhor'. Assim, Arão foi da tribo de Levi. E assim, igualmente foi Moisés. Mas ele não foi um Sacerdote, embora ele fosse o maior Profeta que viveu antes que Deus trouxesse seu Unigênito para o mundo. Neste meio tempo, não muito dos levitas foram Profetas. E, se algum foi, fora uma mera coisa acidental.  Eles não eram tais como sendo daquela tribo. Muitos, se não a maioria dos Profetas (como nós somos informados através dos antigos escritores judeus), foram da tribo de Simeão. E alguns eram da tribo de Benjamim ou Judá, e provavelmente de outras tribos também.

6. Mas nós temos razão para acreditar que houve, em todas as épocas, duas espécies de Profetas. O extraordinário, como Natanael, Isaias, Jeremias, e muitos outros, em quem o Espírito Santo veio de uma maneira extraordinária. Tal foi Amós, em particular, que disse de si mesmo: "Eu não fui Profeta, nem filho de Profeta. Mas fui um pastor: E o Senhor disse junto a mim, 'Vá, profetize junto ao meu povo Israel'".

Os ordinários eram aqueles que eram educados nas 'escolas de Profetas', um dos que estava em Rama, sobre o que Samuel presidiu. (I Samuel 19:18) 'Assim Davi fugiu e escapou, e foi a Samuel, em Ramá, e lhe participou tudo quanto Saul lhe fizera; e foram, ele e Samuel, e ficaram em Naiote'. Esses eram treinados para instruírem o povo, e eram os pregadores costumeiros em suas sinagogas. No Novo Testamento, eles são usualmente denominados escribas, ou 'os intérpretes da lei'.  Mas poucos, se alguns deles, eram Sacerdotes. Estes eram, por todo o tempo, uma ordem diferente.

7. Muitos homens cultos têm mostrado amplamente que o próprio nosso Senhor, e todos seus Apóstolos construíram a Igreja Cristã, tão proximamente quanto possível aos planos judaicos. Assim, o grande Sacerdote de nossa profissão enviou apóstolos e evangelistas para proclamarem as boas novas para todo o mundo; e, então, Pastores, Pregadores, e Professores, para construírem na fé as congregações que poderiam ser fundadas. Mas eu não acho que mesmo o ofício de um Evangelista fosse o mesmo que de um Pastor, freqüentemente chamado de Bispo. Ele presidia sobre o rebanho, e administrava os sacramentos: O primeiro o assistia, e pregava a Palavra, tanto em uma ou mais congregações. Eu não posso provar, de alguma parte do Novo Testamento, ou de algum autor dos três primeiros séculos, que o ofício de um evangelista deu a algum homem o direito de agir como um Pastor ou Bispo. Eu acredito que esses ofícios eram considerados tão completamente distintos um do outro, até os tempos de Constantino.

8. Na verdade, naquela má hora, quando Constantino, o Grande, chamou a si mesmo de Cristão, e despejou honrarias e prosperidade sobre os cristãos, o caso foi amplamente alterado. Logo se tornou comum para algum homem tomar a responsabilidade toda de uma congregação, com o objetivo de apoderar-se de todo o pagamento. Assim sendo, a mesma pessoa atuava como Sacerdote e Profeta; como Pastor e Evangelista. E isto gradualmente espalhou-se, mais e mais, através de toda a Igreja Cristã. Ainda assim, mesmo naquela época, embora a mesma pessoa usualmente cumprisse ambos esses ofícios, mesmo então, o ofício de um Evangelista ou Professor não significava aquela de um Pastor, a quem peculiarmente pertencia a administração dos sacramentos; nem em meio aos Presbiterianos, nem na Igreja da Inglaterra, nem mesmo em meio aos Católicos Romanos. Sabe-se que em todas as Igrejas Presbiterianas, as da Escócia, em particular, licencia homens para pregar antes que eles sejam ordenados, por todo aquele reino. E nunca se entendeu que esta nomeação para pregar deu a eles algum direito de administrar os sacramentos. Igualmente, em nossa própria Igreja, pessoas podem ser autorizadas a pregarem, sim, podem ser os Doutores da Divindade, (como foi o Dr. Alwood em Oxford, quando eu residi lá), que não foi ordenado, afinal, e, conseqüentemente, não teve direito de administrar a Ceia do Senhor. Sim, mesmo na própria Igreja de Roma, se um irmão leigo acredita que é chamado a ir para uma missão, como é chamado, ele é enviado, embora não seja sacerdote, nem diácono, para executar aquele ofício, e não o outro. 

9. Mas pode-se pensar que o caso agora, diante de nós, é diferente de todos esses? Indubitavelmente, em muitos aspectos ele é. Tal fenômeno tem agora aparecido, como não apareceu no mundo cristão, antes; pelo menos, não por muitas épocas. Dois jovens semearam a Palavra de Deus, não apenas nas igrejas, mas igualmente, literalmente 'pelo lado da rodovia'; e, de fato, em todos os lugares onde eles viram uma porta aberta, onde os pecadores tinham ouvidos para ouvirem. Eles foram membros da Igreja da Inglaterra, e não tinham o objetivo de se separarem dela. E eles aconselharam todos os que eram dela a permanecerem, embora eles se juntassem à Sociedade Metodista, porque isto não significava deixarem sua antiga congregação, mas apenas deixarem seus pecados. O clérigo iria para a igreja ainda. O Presbiteriano, Anabatistas [Membros de uma religião protestante dissidente que, na época da Reforma (séc. XVI), impunha a repetição do batismo a quem o recebera antes do uso da razão. Sustentavam que a Igreja era composta só dos santos (realmente convertidos) e insistiam na completa separação entre a Igreja e o Estado], Quacres [Membros de religião protestante, fundada no século XVII por Jorge Fox (1624-1691). Professada, sobretudo, nos Estados Unidos e na Inglaterra. Os quacres crêem na direção do Espírito Santo, não admitem sacramentos, não prestam juramentos, nem mesmo perante a Justiça, não pegam em armas, nem admitem hierarquia eclesiástica], ainda reteriam suas próprias opiniões, e atenderiam às suas próprias congregações. Terem um desejo real de fugirem da irá a vir foi a única condição requerida deles. Quem quer, portanto, 'que temesse a Deus e operasse retidão' estava qualificado para esta sociedade.

10. Não muito tempo depois, um jovem, Thomas Maxfield, ofereceu-se para servir, como um filho no Evangelho. E, então, outro, Thomas Richards, e um pouco depois, um terceiro, Thomas Westell. Que se observe em que condições nós recebemos estes, a saber, como Profetas, não como Sacerdotes. Nós os recebemos totalmente e tão somente para pregar; não para administrar os sacramentos. E esses que imaginam que esses ofícios estão inseparavelmente reunidos, são totalmente ignorantes da constituição de toda a Igreja Judaica, assim como Cristã. Nem as Igrejas Católicas, nem as Inglesas, nem as Presbiterianas, alguma vez os consideraram assim. Do contrário, jamais poderíamos ter aceitado o serviço tanto do Sr. Maxfield, Richards, ou Westell. 

11. Em 1744, todos os pregadores Metodistas tiveram sua primeira Conferência. Mas nenhum deles sonhou que o ser chamado para pregar dera a ele algum direito de administrar os sacramentos. E quando esta questão foi proposta, 'sob que luz podemos considerar a nós mesmos?', foi respondido, 'Como mensageiros extraordinários, erguidos para estimular os ordinários, ao zelo'. Com este objetivo, uma das nossas primeiras regras dada a cada Pregador foi, 'você deve fazer aquela parte da obra que nós designamos'. Mas que obra era esta? Nós, alguma vez, designamos você a administrar os sacramentos; a exercitar o oficio sacerdotal? Tal objetivo nunca entrou em nossa mente; ele esteve muito longe de nossos pensamentos: E, se algum Pregador deu tal passo, nós devemos olhar para isto, como uma quebra palpável desta regra; conseqüentemente, como uma abjuração de nossa conexão.

12. Porque, supondo (o que eu nego extremamente) que o receber você, como um Pregador, ao mesmo tempo, deu autoridade para administrar os sacramentos; ainda assim, ele não deu a você nenhuma outra autoridade do que fazer isto, ou alguma coisa mais, onde eu designei. Mas eu designei você a fazer isto? Em lugar nenhum, afinal. Portanto, por esta mesma regra, você está excluído de fazer isto. E, ao fazer isto, você renuncia ao primeiro princípio do Metodismo que foi, totalmente e tão somente, pregar o Evangelho. 

13. Muitos anos depois que nossa sociedade foi firmada, é que alguma tentativa deste tipo foi feita. Eu apreendo que a primeira foi em Norwich. Um de nossos Pregadores lá cedeu a importunidade de algumas poucas pessoas, e batizou seus filhos. Mas, tão logo isto ficou conhecido, ele foi informado que não deveria ser, a menos que ele designasse deixar nossa conexão. Ele prometeu não fazer mais isto; e eu suponho que manteve sua promessa.

14. Agora, por quanto tempo os Metodistas mantiveram este plano, eles não puderam se separar da Igreja [Estabelecida]. E isto é nossa glória peculiar. Isto é novo sobre a terra. Revolva todas as histórias da Igreja, desde os primeiros tempos, quando quer que tenha existido uma grande obra de Deus, em alguma cidade ou nação particular, os objetivos daquela obra foi dizer ao seu próximo: 'Acudam a vocês mesmos, porque nós somos mais santos que vocês!'. Tão logo eles se separavam, ou eles se retiravam para o deserto, ou construíam casas religiosas; ou, pelo menos, facções formadas, nas quais ninguém era admitido, a não ser quando aprovado no julgamento e prática deles. Mas, com os Metodistas, é completamente o contrário: Eles não são uma seita ou facção; eles não se separaram de sua comunidade religiosa, na qual eles pertenceram a princípio. Eles ainda eram membros da Igreja, -- tal eles desejaram viver e morrer. E eu creio que uma razão porque Deus tem se agradado de manter minha vida tão longa, é confirmá-los no presente propósito deles, de não se separarem da Igreja.

15. Mas, não obstante isto, muitos entusiastas dizem: 'Não, mas você se separou da Igreja'. Outros são igualmente acalorados, porque eles dizem: 'Eu não. Eu irei declarar a coisa cruamente como ela é'.

Eu abraço todas as doutrinas da Igreja da Inglaterra. Eu amo a sua liturgia. Eu aprovo seu plano de disciplina, e apenas desejo que ele seja posto em execução. Eu sabidamente não mudo qualquer regra da Igreja, a menos nestas poucas instâncias, onde eu julgo; e, até onde eu julgo, existe uma absoluta necessidade. 

                Por exemplo:

(1.) Como poucos clérigos abriram suas igrejas para mim, eu estou sob a necessidade de pregar fora.

(2.) Como eu não conheço algumas formas que irão se adequar a todas as ocasiões, eu estou freqüentemente debaixo da necessidade de pregar de improviso.

(3.) Com o objetivo de edificar o rebanho de Cristo, na fé e amor, eu coloco sob a necessidade de uni-los, e dividi-los em pequenos grupos, para que eles estimulem um ao outro, para o amor e boas obras.

(4.) Para que meus colaboradores e eu pudéssemos mais efetivamente assistirmos um ao outro, para salvar nossas próprias almas, e esses que nos ouvem, eu julguei necessário me encontrar com os Pregadores, ou, pelo menos, com a maior parte deles, uma vez por ano.

(5.) Nestas Conferências, nós fixamos os locais de todos os Pregadores para o ano seguinte.

Mas tudo isto não está separado da Igreja. Muito longe disto, quando quer que eu tenha oportunidade, eu atendo o serviço da Igreja, eu mesmo, e aconselho todas as nossas sociedades a assim fazerem.

16. Todavia, como a generalidade, mesmo das pessoas religiosas, não entende meus métodos de ação; aqueles que, por um lado, me ouvem professar que eu não irei me separar da Igreja, e, por outro, que eu me diferencio dela nessas instâncias, naturalmente, irão pensar que eu sou inconsistente comigo mesmo. Eles não podem deixar de pensar assim, a menos que eles observem meus dois princípios: Um, que eu não me atrevo a me separar da Igreja, o que eu acredito poderia ser um pecado fazê-lo; o outro, eu acredito, que seria um pecado não mudá-la nestes pontos acima mencionados. Eu digo que coloquem esses dois princípios juntos: Primeiro, eu não irei me separar da Igreja; ainda assim, em Segundo Lugar, nos casos de necessidade, eu irei modificá-la (ambos, eu tenho constantemente e abertamente declarado por mais de cinqüenta anos), e a inconsistência desaparecerá. Eu tenho sido verdadeiro à minha profissão desde 1730, até hoje.

17. 'Mas não é contrário à sua profissão permitir serviço em Dublin no horário da Igreja? Porque qual necessidade existe para isto? Ou que boa finalidade ela irá responder?'. Eu acredito que ela responde diversas finalidades boas, que não poderiam ser respondidas de alguma outra maneira:

A Primeira (estranho como pode soar) é impedir a separação da Igreja. Muitos de nossa sociedade estavam totalmente separados da Igreja; eles nunca a atenderam, afinal. Mas, agora, eles atendem devidamente a Igreja, todo primeiro domingo no mês.

'Mas não seria melhor que eles a atendessem toda semana?'. Sim; mas quem pode persuadi-los a isto? Eu não posso. Há vinte ou trinta anos, eu tenho me esforçado, mas em vão.

A Segunda é desacostumá-los de atender os encontros Dissidentes, que muitos deles atenderam constantemente, mas que agora abandonaram totalmente.  A Terceira é ouvir constantemente aquela doutrina profunda que é capaz de salvar suas almas. 

18. Eu espero que todos vocês que são vulgarmente denominados Metodistas possam considerar seriamente o que tem sido dito. E, particularmente, vocês a quem Ele tem autorizado chamar os pecadores ao arrependimento. Isto não significa, de modo algum, que vocês estão autorizados a batizarem, ou a administrarem a Ceia do Senhor. Vocês nunca sonharam com isto, por dez ou vinte anos, depois que vocês começaram a pregar. Vocês 'não buscarão', como Korah, Dathan, e Abiram, 'o sacerdócio também'.  Vocês sabem 'que nenhum homem deve tomar esta honra para si mesmo, a não ser aquele que é chamado de Deus, como foi Arão'. Oh! Mantenham-se dentro de seus próprios limites; estejam satisfeitos em pregarem o Evangelho; em 'fazerem o trabalho de Evangelistas'; em proclamarem a todo o mundo a bondade de Deus nosso Salvador; em declararem a todos que 'o reino do céu está à mão: Arrependam-se e creiam no Evangelho!'. Eu sinceramente aconselho vocês a que permaneçam no seu lugar; mantenham-se em seu próprio local. Vocês foram, cinqüenta anos atrás, aqueles que eram, então, Pregadores Metodistas; mensageiros extraordinários de Deus, não seguindo a própria vontade de vocês, mas tirando fora, não para suplantar, mas para 'estimularem' os mensageiros ordinários 'ao zelo'. Em nome de Deus, parem nisto! Através de sua pregação e exemplo, os estimulem ao amor e às boas obras. Vocês são um fenômeno novo na terra, -- um corpo de pessoas que, não sendo seita ou facção, é amigo de todas as facções, e se esforça para incentivar todos, na religião do coração, no conhecimento e amor de Deus e homem. Vocês mesmos foram, primeiro, chamados na Igreja Anglicana; e, embora vocês tenham e terão milhares de tentações para deixá-la, e trabalhem por conta própria, não se preocupem com elas. Sejam ainda homens da Igreja da Inglaterra; não joguem foram a glória peculiar que Deus tem colocado junto a vocês, ou frustrem o desígnio da Providência, a mesma finalidade para a qual Deus os tem levantado.

19. Eu acrescentaria algumas palavras a essas pessoas sérias que não estão ligadas aos Metodistas; muitas das quais são de nossa Igreja, a Igreja Anglicana. E por que vocês ficariam insatisfeitos conosco? Nós não causamos mal a vocês; nós não objetivamos ou desejamos afligir vocês em coisa alguma; nós abraçamos suas doutrinas; nós observamos suas regras, mais do que a maioria das pessoas no reino. Alguns de vocês são clérigos. E por que vocês, de todos os homens, estariam insatisfeitos conosco? Nós nem atacamos seu caráter, nem seus proventos; nós honramos vocês 'pelo amor de Deus!'. Se nós vemos algumas coisas que nós não aprovamos; nós não as publicamos; nós preferivelmente colocamos um manto sobre elas, e escondemos o que não podemos recomendar. Quando vocês nos tratam indelicadamente e injustamente, nós suportamos. 'Sendo ultrajados, nós abençoamos'; nos não retornamos o mal com o mal. Oh! Não permitam que sua mão esteja sobre nós!

20. Vocês que são ricos neste mundo, não nos considerem inimigos, porque nós dizemos a verdade a vocês, e, ela pode ser, de uma maneira mais completa e mais forte do que outras irão, ou se atreverão a ser. Vocês têm, portanto, necessidade de nós; inefável necessidade. Vocês não podem comprar tais amigos, a preço algum. Todo o seu ouro e prata não podem comprar tais. Façam uso de nós, enquanto vocês podem. Se for possível, nunca estejam sem esses que irão falar a verdade de seus corações. Do contrário, vocês envelhecerão nos seus pecados; vocês podem dizer para suas almas, 'Paz, Paz!', enquanto não existe paz! Vocês podem dormir, e sonhar que vocês estão no paraíso, enquanto vocês acordam no fogo eterno.

21. Mas quer vocês ouçam, ou quer vocês reprimam, nós, pela graça de Deus, seguiremos nosso caminho; sendo nós mesmos ainda membros da Igreja da Inglaterra, como nós fomos desde o início, mas recebendo todos que amam a Deus em cada Igreja como nosso irmão, e irmã, e mãe. E com o objetivo da união deles conosco, nós requeremos nenhuma unidade de opiniões, ou nos moldes de adoração, mas meramente que eles 'temam a Deus e operem retidão', como foi observado. Agora isto é extremamente uma coisa nova, não ouvida em qualquer outra comunidade cristã. Em que Igreja ou congregação além, através do mundo cristão, os membros podem ser admitidos nestes termos, sem quaisquer outras condições? Quem puder, que nós aponte uma. Eu não conheço uma, seja na Europa, Ásia, África ou América! Está é a glória dos Metodistas e deles somente! Eles mesmos não são seita ou facção particular, mas recebem todos dessas facções que 'se esforçam para serem justos, e amarem a misericórdia e caminharem humildemente com seu Deus'.

Cork, 4 de Maio de 1789 [Sr. Wesley tinha 86 anos – Dois anos depois, em Março de 1791, ele faleceu]

                [Editado por George Lyons para a Wesley Center for Applied Theology.]

Dia das Mães


Palavras do rei Lemuel, a profecia que lhe ensinou a sua mãe.
Como, filho meu? e como, filho do meu ventre? e como, filho dos meus votos?
Não dês às mulheres a tua força, nem os teus caminhos ao que destrói os reis.
Não é próprio dos reis, ó Lemuel, não é próprio dos reis beber vinho, nem dos príncipes o desejar bebida forte;
Para que bebendo, se esqueçam da lei, e pervertam o direito de todos os aflitos.
Dai bebida forte ao que está prestes a perecer, e o vinho aos amargurados de espírito.
Que beba, e esqueça da sua pobreza, e da sua miséria não se lembre mais.
Abre a tua boca a favor do mudo, pela causa de todos que são designados à destruição.
Abre a tua boca; julga retamente; e faze justiça aos pobres e aos necessitados.
Mulher virtuosa quem a achará? O seu valor muito excede ao de rubis.
O coração do seu marido está nela confiado; assim ele não necessitará de despojo.
Ela só lhe faz bem, e não mal, todos os dias da sua vida.
Busca lã e linho, e trabalha de boa vontade com suas mãos.
Como o navio mercante, ela traz de longe o seu pão.
Levanta-se, mesmo à noite, para dar de comer aos da casa, e distribuir a tarefa das servas.
Examina uma propriedade e adquire-a; planta uma vinha com o fruto de suas mãos.
Cinge os seus lombos de força, e fortalece os seus braços.
Vê que é boa a sua mercadoria; e a sua lâmpada não se apaga de noite.
Estende as suas mãos ao fuso, e suas mãos pegam na roca.
Abre a sua mão ao pobre, e estende as suas mãos ao necessitado.
Não teme a neve na sua casa, porque toda a sua família está vestida de escarlata.
Faz para si cobertas de tapeçaria; seu vestido é de seda e de púrpura.
Seu marido é conhecido nas portas, e assenta-se entre os anciãos da terra.
Faz panos de linho fino e vende-os, e entrega cintos aos mercadores.
A força e a honra são seu vestido, e se alegrará com o dia futuro.
Abre a sua boca com sabedoria, e a lei da beneficência está na sua língua.
Está atenta ao andamento da casa, e não come o pão da preguiça.
Levantam-se seus filhos e chamam-na bem-aventurada; seu marido também, e ele a louva.
Muitas filhas têm procedido virtuosamente, mas tu és, de todas, a mais excelente!
Enganosa é a beleza e vã a formosura, mas a mulher que teme ao SENHOR, essa sim será louvada.
Dai-lhe do fruto das suas mão.  (Provérbios 31:1-31)


Fuente:// Biblia Sagrada

Você está onde Deus deseja que você esteja?


"Tenha a paciência a sua obra perfeita,
para que sejais perfeitos e completos,
sem faltar em coisa alguma."
Tiago 1.4
Você está onde Deus deseja que você esteja? Caso contrário, saia, e depressa. Mas caso esteja, não reclame das circunstâncias ordenadas por Deus com o propósito de formar em você a verdadeira imagem e semelhança de seu filho.
Mark Guy Pearse

Quem Irá?

Eis os milhões, que em trevas tão medonhas
Jazem perdidos, sem o Salvador!
Quem, quem irá as novas proclamando,
Que Deus, em Crista, salva o pecador?

Todo o poder o Pai me deu,
Na terra, como lá no céu!
Ide, pois, anunciar o Evangelho,
E eis-me convosco Sempre!”

Portas abertas, eis por todo o mundo!
Cristãos, erguei-vos! Já avante anda!!
Crentes em Cristo! Uni as vossas forças.
Da escravidão os povos liberta!.

"Ó vinde a mim! A voz divina clama,
"Vinde!" Clama! em nome de Jesus:
Pra nos salvar da maldição eterna,
Seu sangue derramou por nós na cruz.

Ó Deus apressa o dia glorioso,
Em que os remidos todos se unirão,
E, em coro excelso, santo, jubiloso,
P'ra todo o sempre, glória a Ti darão.

Cantares de Salomão 4.16


"Levanta-te, vento norte, e vem tu, vento sul.
assopra no meu jardim, para que se
derramem os seus aromas."

Essa linda oração menciona dois ventos. Deus pode enviar um ou ambos, de acordo com seu parecer. Pode enviar o vento norte da condenação, para nos levar ao arrependimento, ou pode enviar o vento sul do amor, para nos derreter em gratidão e gozo santo. Se sempre precisamos de seus ventos cortantes de provação para desenvolver nossas virtudes, será que não precisamos também do calor das brisas sulinas de sua misericórdia? Será que não precisamos de uma nova percepção da presença de Cristo em nosso coração e das alegrias do Santo Espírito? Será que não precisamos ser derretidos, sim, ser dominados pelo amor de Jesus?
Theodore Cuyler

A Mensagem da Cruz (Harpa cristã)


Rude cruz se erigiu,  
Dela o dia fugiu,
Como emblema de vergonha e dor;
Mas contemplo esta cruz.
Porque nela Jesus
Deu a vida por mim, pecador.

Sim, eu amo a mensagem da cruz
Té morrer eu a vou proclamar;
Levarei eu também minha cruz
Té por uma coroa trocar.

Desde a glória dos céus,
O Cordeiro de Deus,
Ao Calvário humilhante baixou;
Essa cruz tem pra mim
Atrativos sem fim,
Porque nela Jesus me salvou.

Nesta cruz padeceu
E por mim já morreu,
Meu Jesus, para dar-me o perdão
E eu me alegro na cruz,
Dela vem graça e luz,
Para minha santificação.

Eu aqui com Jesus,
A vergonha da cruz
Quero sempre levar e sofrer;
Cristo vem me buscar,
E com Ele, no lar,                            
Uma parte da glória hei de ter.

O caminho para o céu...


Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim.

Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar.
E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também.
Mesmo vós sabeis para onde vou, e conheceis o caminho.
Disse-lhe Tomé: Senhor, nós não sabemos para onde vais; e como podemos saber o caminho?
Disse-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade e a vida; ninguém vem ao Pai, senão por mim.
Se vós me conhecêsseis a mim, também conheceríeis a meu Pai; e já desde agora o conheceis, e o tendes visto.
Disse-lhe Filipe: Senhor, mostra-nos o Pai, o que nos basta.
Disse-lhe Jesus: Estou há tanto tempo convosco, e não me tendes conhecido, Filipe? Quem me vê a mim vê o Pai; e como dizes tu: Mostra-nos o Pai?
Não crês tu que eu estou no Pai, e que o Pai está em mim? As palavras que eu vos digo não as digo de mim mesmo, mas o Pai, que está em mim, é quem faz as obras.
Crede-me que estou no Pai, e o Pai em mim; crede-me, ao menos, por causa das mesmas obras.
Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim também fará as obras que eu faço, e as fará maiores do que estas, porque eu vou para meu Pai.
E tudo quanto pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho.
Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu o farei.
Se me amais, guardai os meus mandamentos.
E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, para que fique convosco para sempre;
O Espírito de verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece; mas vós o conheceis, porque habita convosco, e estará em vós.
Não vos deixarei órfãos; voltarei para vós.
João 14:1-18

Parabéns, Wellibe! Hoje é o seu aniversário...

Meu filho querido! Hoje é o seu aniversário, um dia muito especial para você e para mim também, pois a cada ano que passa eu fico mais feliz e orgulhoso em ver você crescer assim tão saudável e belo.
Saiba que uma das minhas maiores alegria é esta: vê-lo transformar-se, pouco a pouco, num homem bonito, ativo, inteligente e responsável. Que a vida só lhe reserve coisas boas e que você possa manter sempre este ar alegre e jovial, que irradia felicidade e bem-estar pelos ambientes por onde você passa.

Sei que você tem muitos sonhos e tenho a certeza de que todos eles vão se realizar. Conte comigo em tudo o que precisar para que estes seus desejos (que também faço meus) se transformem na mais pura, doce e boa realidade.
Saiba que você é uma das razões principais da minha felicidade. Você preenche a minha vida de paz e esperança, pois a cada vez que olho para você só consigo imaginar coisas boas para o futuro.
Você é uma criaturinha muito especial e neste seu dia de aniversário intensifiquei as minhas orações para que o seu caminho seja sempre iluminado e florido. Parabéns a você nesta data querida! Muitas felicidades, muitos e muitos anos de vida! 

"Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida.Provérbios 4:23

Com todo o amor e carinho do mundo, receba um grande abraço do seu pai,
João Continente Filho

Tinham conhecimento que eles haviam estado com Jesus. Atos 4.13

Se penso no mundo, ganho a marca do mundo; se penso em minhas provações e sofrimentos, ganho a marca de minhas provações e sofrimentos; se penso em meus fracassos, ganho a marca de meus fracassos; se penso em Cristo, ganho a marca de Cristo.

Se sofrermos, também com ele reinaremos.
2 Timóteo 2.12
O fotógrafo precisa de um negativo para lhe prover um retrato. Assim, a cruz terrena é o negativo do qual se faz a coroa celeste; o sofrimento e a dor do presente determinam a glória, a honra e a imortalidade da vida por vir.
A. J. Gordon

Jim Eliot

 "Aquele que dá o que não pode manter, para ganhar o que não pode perder, não é um tolo"

A história de Jim Elliot e seus quatro amigos é uma das histórias missionárias mais empolgantes e inspiradoras.
Jim Elliot nasceu em 8 de Outubro de 1927 na cidade de Portland, no estado americano de Oregon. Jim pertencia a uma família cristã dedicada ao Senhor; desde cedo foi instruído nos caminhos de Deus, e veio a receber a Cristo como seu salvador aos 8 anos de idade. Fred, um pastor batista, e Clara Elliot, seus pais, eram bastante cuidadosos quanto à instrução bíblica de seus filhos e exerceram forte influência na formação de suas vidas.
Jim revelou-se um jovem bastante talentoso, destacando-se em todas as atividades que se envolvia. Era líder de sua classe, e detentor de uma brilhante oratória. Elaborou um aclamado discurso de honra em homenagem ao presidente americano, Franklin D. Roosevelt, por ocasião de seu falecimento. Graduou em "desenho arquitetônico" na High School e depois se transferiu para a faculdade cristã de Illinois, a Wheaton College, onde se graduou com as mais elevadas honras.
Convicto de sua vocação e chamada, Jim prioriza seus estudos com o intuito de alcançar a melhor preparação possível para o seu ministério. Empenha-se no estudo do grego, já visando uma possível tradução do evangelho para alguma lingua nativa. Segundo o registro de seu diário, sua vida tinha sido profundamente impactada pelos testemunhos de missionários como David Brainerd e Hudson Taylor. Jim Elliot orava constantemente: "Consuma minha vida, Senhor. Eu não quero uma vida longa, mas sim cheio de Ti, Senhor Jesus. Satura-me com o óleo do teu Espírito...". Durante seus estudos conheceu Elizabeth Howard, que também tinha um chamado para missões transculturais. Apesar de seus sentimentos um pelo outro, aguardaram em oração a confirmação de Deus, e somente após a graduação eles se casaram. Jim e Elizabeth se casaram em 1953, na cidade de Quito (Equador) e em 1955, nasceu sua filha Valerie.
Jim recusou convites para pastorear em algumas igrejas nos ministérios da juventude. Para alguns líderes, Jim tinha um futuro bastante promissor no ministério pastoral nas igrejas do EUA. Por esta razão foi criticado quando insistia em sua decisão em levar o evangelho de seu Salvador aos índios na Amazônia. Jim convenceu dois de seus amigos (Ed mcCully e Peter Fleming) que trabalhavam com ele numa rádio de difusão do evangelho a participarem da escola linguística, juntamente com ele e Elisabeth. Mais tarde , os três amigos e suas esposas (Jim e Elisabeth casaram-se no Equador) partem ao Equador para trabalharem com os índios Quechua. No Equador, um piloto missionário, Nate Saint, e sua esposa juntaram-se ao grupo.
Conseguiram estabelecer uma estação da missão entre os índios Quechua. Jim e Elizabeth trabalharam na tradução do Novo Testamento para a língua dos quechuas. Nesse tempo Jim se lembrou dos índios aucas (hoje conhecidos como Huaoranis) que tinham a fama de serem muito violentos e que não possuiam nenhum contato com o mundo exterior. Com o propósito de levar o evangelho aos índios huaoranis, o grupo começou a elaborar um plano que ficou conhecido como Operação Auca.
Roger Youderian, um novo missionário, com sua esposa pediram para se juntar ao grupo. Nate Saint, conseguiu avistar alguns índios aucas sobrevoando algumas áreas que foram demarcadas no mapa da operação. A partir de então começaram sistematicamente sobrevoar as áreas dos huaoranis durante quatro meses levando presentes. Amarrado por uma corda, um balde cheio de roupas, bugicangas, cereais e fotografias dos missionários era levado pelo avião que em vôos baixos deixava cair os presentes. Os índios aucas chegaram a colocar no balde um papagaio e alguns enfeites de suas vestimentas. Diante do progresso alcançado, os cinco jovens missionários resolvem montar um acampamento às margens do rio Curray. Através de uma estação de rádio comunicavam constantemente com suas esposas que tinham ficado na base da missão.
Pouco tempo depois, um grupo de quatro índios visitaram os missionários em seu acampamento. Os missionários deram-lhes presentes e alimentos como um sinal de paz. Outros contatos foram feitos por mais algumas vezes e um daqueles índios chegou a voar com Nate Saint em seu avião, sobrevoando sua própria aldeia. Incentivados por uma visita no dia 7 de Janeiro, os missionários decidiram ir até a aldeia dos huaoranis. Acordaram cedo e louvaram ao Senhor na manhã de 8 de Janeiro. Nate e Jim sobrevoando a área da aldeia dos aucas avistaram um grupo de 20 a 30 índios se movendo em direção ao acampamento. Através do rádio comunicaram com suas esposas e decidiram ás 16:30 entrarem em contato novamente.
Ao chegarem na praia de seu acampamento, Nate e Jim avisaram aos outros que os aucas estavam vindo. Munidos de armas decidiram não utilizá-las. Pouco tempo depois chegaram os aucas e pouco esses cinco jovens puderam fazer. Foram mortos pelos aucas naquele dia de 8 de Janeiro de 1956. Angustiadas pela demora do contato de seus maridos, suas esposas solicitaram imediatamente ajuda. Helicópteros e forças do exercito equatoriano sobrevoando o rio Curray encontraram os corpos de quatro missionários (não foi encontrado o corpo de Ed McCully). Seus corpos foram encontrados brutalmente perfurados por lanças e machados. O relógio de Nate Saint foi encontrado parado em 15:12 minutos, do que se deduz a hora em que foram mortos.
As esposas desses missionários, apesar da grande dor que sofreram, decidiram continuar com a missão, e algum tempo depois foram sucedidas na evangelização dos aucas. A tribo foi evangelizada e alguns anos mais tarde, o assassino de Jim Elliot, agora convertido ao Senhor Jesus e líder da igreja na aldeia batizou a filha de Jim e Elizabeth no rio onde seu pai tinha sido morto.


A vida e o testemunho desses cinco missionários martirizados por amor ao evangelho têm inspirado até hoje centenas de jovens a dedicar suas vidas ao Senhor da seara. Jim Elliot procurou servir a Jesus com todas as suas forças e a maior parte de sua vida e de seu ministério é contado por sua esposa Elizabeth em dois livros publicados posteriormente. Sua célebre frase, encontrada em seu diário nos inspira a entregar sem reservas a nossas vidas nas mãos do Mestre: "Aquele que dá o que não pode manter, para ganhar o que não pode perder, não é um tolo".

Fuente:// httpwww.atanycost.org 

Biografia de Guilherme Carey

Guilherme Carey

Pai das missões modernas
(1761-1834)
O menino Guilherme Carey, era apaixonado pelo estu­do da natureza. Enchia seu quarto de coleções de insetos, flores, pássaros, ovos, ninhos, etc. Certo dia, ao tentar al­cançar um ninho de passarinhos, caiu de uma árvore alta. Ao experimentar a segunda vez, caiu novamente. Insistiu a terceira vez: caiu e quebrou uma perna. Algumas semanas depois, antes de a perna sarar, Guilherme entrou em casa com o ninho na mão. - "Subiste à árvore novamente?!" -exclamou sua mãe. - "Não pude evitar, tinha de possuir o ninho, mamãe" - respondeu o menino.
Diz-se que Guilherme Carey, fundador das missões atuais, não era dotado de inteligência superior e nem de qualquer dom que deslumbrasse os homens. Entretanto, foi essa característica de persistir, com espírito indômito e inconquistável, até completar tudo quanto iniciara, que fez o segredo do maravilhoso êxito da sua vida.
Quando Deus o chamava a iniciar qualquer tarefa, per­manecia firme, dia após dia, mês após mês e ano após ano,até acabá-la. Deixou o Senhor utilizar-se de sua vida, não somente para evangelizar durante um período de quarenta e um anos no estrangeiro, mas também para executar a fa­çanha por incrível que pareça, de traduzir as Sagradas Es­crituras em mais que trinta línguas.
O avô e o pai do pequeno Guilherme eram sucessiva­mente professor e sacristão (Igreja Anglicana) da Paró­quia. Assim o filho aprendeu o pouco que o pai podia ensi­nar-lhe. Mas não satisfeito com isso, Guilherme continuou seus estudos sem mestre.
Aos doze anos adquiriu um exemplar do Vocabulário Latino, por Dyche,. o qual decorou. Aos quatorze anos ini­ciou a carreira como aprendiz de sapateiro. Na loja encon­trou alguns livros, dos quais se aproveitou para estudar. Assim iniciou o estudo do grego. Foi nesse tempo que che­gou a reconhecer que era um pecador perdido, e começou a examinar cuidadosamente as Escrituras.
Não muito depois da sua conversão, com 18 anos de idade, pregou o seu primeiro sermão. Ao reconhecer que o batismo por imersão é bíblico e apostólico, deixou a deno­minação a que pertencia. Tomava emprestados livros para estudar e, apesar de viver em pobreza, adquiria alguns li­vros usados. Um de seus métodos para aumentar o conhe­cimento de outras línguas, consistia em ler diariamente a Bíblia em latim, em grego e em hebraico.
Com a idade de vinte anos, casou-se. Porém os membros da igreja onde pregava eram pobres e Carey teve de continuar seu ofício de sapateiro para ganhar o pão coti­diano. O fato de o senhor Old, seu patrão, exibir na loja um par de sapatos fabricados por Guilherme, como amostra, era prova da habilidade do rapaz.
Foi durante o tempo que ensinava geografia em Moul­ton, que Carey leu o livro As Viagens do Capitão Cook e Deus falou à sua alma acerca do estado abjeto dos pagãos sem o Evangelho. Na sua tenda de sapateiro afixou na pa­rede um grande mapa-mundi, que ele mesmo desenhara cuidadosamente. Incluíra neste mapa todos os dizeres dis­poníveis: o número exato da população, a flora e a fauna, as características dos indígenas, etc., de todos os países.Enquanto consertava sapatos, levantava os olhos, de vez em quando, para o mapa e meditava sobre as condições dos vários povos e a maneira de os evangelizar. Foi assim que sentiu mais e mais a chamada de Deus para preparar a Bíblia, para os muitos milhões de indus, na própria língua deles.
A denominação a que Guilherme pertencia, depois de aceitar o batismo por imersão, achava-se em grande deca­dência espiritual. Isto foi reconhecido por alguns dos mi­nistros, os quais concordaram em passar "uma hora em oração na primeira segunda-feira de todos os meses" pe­dindo de Deus um grande avivamento da denominação. De fato esperavam um despertamento, mas, como aconte­ce muitas vezes, não pensaram na maneira em que Deus lhes responderia.
As igrejas de então não aceitavam a idéia, que conside­ravam absurda, de levar o Evangelho aos pagãos. Certa vez, numa reunião do ministério, Carey levantou-se e su­geriu que ventilassem este assunto: O dever dos crentes em promulgar o Evangelho às nações pagãs. O venerável pre­sidente da reunião, surpreendido, pôs-se em pé e gritou: "Jovem, sente-se! Quando agradar a Deus converter os pa­gãos, ele o fará sem o seu auxílio, nem o meu."
Porém o fogo continuou a arder na alma de Guilherme Carey. Durante os anos que se seguiram esforçou-se inin­terruptamente, orando, escrevendo e falando sobre o as­sunto de levar Cristo a todas as nações. Em maio de 1792, pregou seu memorável sermão sobre Isaías 54.2,3: "Amplia o lugar da tua tenda, e as cortinas das tuas habitações se estendam; não o impeças; alonga as tuas cordas, e firma bem as tuas estacas. Porque transbordarás à mão direita e à esquerda; e a tua posteridade possuirá as nações e fará que sejam habitadas as cidades assoladas."
Discursou sobre a importância de esperar grandes coi­sas de Deus e, em seguida, enfatizou a necessidade de ten­tar grandes coisas para Deus.
O auditório sentiu-se culpado de negar o Evangelho aos países pagãos, a ponto de "levantar as vozes em choro." Foi então organizada a primeira sociedade missionária na história das igrejas de Cristo para a pregação do Evangelho entre os povos nunca evangelizados. Alguns como Brainerd, Eliot e Schwartz já tinham ido pregar em lugares distantes, mas sem que as igrejas se unissem para susten­tá-los.
Apesar de a sociedade ser o resultado da persistência e esforços de Carey, ele mesmo não tomou parte na sua for­mação. O seguinte, porém, foi escrito acerca dele nesse tempo:
"Aí está Carey, de estatura pequena, humilde de espí­rito, quieto e constante; tem transmitido o espírito missio­nário aos corações dos irmãos, e agora quer que saibam da sua prontidão em ir onde quer que eles desejem, e está bem contente que formulem todos os planos".
Nem mesmo com esta vitória, foi fácil para Guilherme Carey concretizar o sonho de levar Cristo aos países que ja­ziam nas trevas. Dedicava o seu espírito indômito a alcan­çar o alvo que Deus lhe marcara.
A igreja onde pregava não consentia que deixasse o pastorado: somente com a visita dos membros da sociedade a ela é que este problema foi resolvido. No relatório da igreja escreveram: "Apesar de concordar com ele, não achamos bom que nos deixe aquele a quem amamos mais que a nos­sa própria alma."
Entretanto, o que mais sentiu foi quando a sua esposa recusou terminantemente deixar a Inglaterra com os fi­lhos. Carey estava tão certo de que Deus o chamava para trabalhar na Índia que nem por isso vacilou.
Havia outro problema que parecia insolúvel: Era proi­bida a entrada de qualquer missionário na Índia. Sob tais circunstâncias era inútil pedir licença para entrar. Nestas condições, conseguiram embarcar sem esse documento. In­felizmente o navio demorou algumas semanas e, pouco an­tes de partir, os missionários receberam ordem de desem­barcar.
A sociedade missionária, apesar de tantos contratem­pos, continuou a confiar em Deus; conseguiram granjear dinheiro e compraram passagem para a Índia em um navio dinamarquês. Uma vez mais Carey rogou à sua querida es­posa que o acompanhasse. Ela ainda persistia na recusa e nosso herói, ao despedir-se dela, disse: "Se eu possuísse o mundo inteiro, daria alegremente tudo pelo privilégio de levar-te e os nossos queridos filhos comigo; mas o sentido do meu dever sobrepuja todas as outras considerações. Não posso voltar para trás sem incorrer em culpa a minha alma."
Porém, antes de o navio partir, um dos missionários foi à casa de Carey. Grande foi a surpresa e o regozijo de todos ao saberem que esse missionário conseguiu induzir a espo­sa de Carey a acompanhar o seu marido. Deus comoveu o coração do comandante do navio a levá-la em companhia dos filhos, sem pagar passagem.
Certamente a viagem a vela não era tão cômoda como nos vapores modernos. Apesar dos temporais, Carey apro­veitou-se do ensejo para estudar o bengali e ajudar um dos missionários na obra de verter o livro de Gênesis para a língua bengaleza.
Guilherme Carey aprendeu suficiente o bengali, duran­te a viagem, para conversar com o povo. Pouco depois de desembarcar, começou a pregar e os ouvintes vinham para ouvir em número sempre crescente.
Carey percebeu a necessidade imperiosa de o povo pos­suir a Bíblia na própria língua e, sem demora, entregou-se à tarefa de traduzi-la. A rapidez com que aprendeu as línguas da Índia é uma admiração para os maiores lingüis­tas.
Ninguém sabe quantas vezes o nosso herói se mostrou desanimadíssimo na Índia. A esposa não tinha interesse nos esforços de seu marido e enlouqueceu. A maior parte dos ingleses com quem Carey teve contato, o tinham como louco; durante quase dois anos nenhuma carta da Inglater­ra lhe chegou às mãos. Muitas vezes faltava aos seus di­nheiro e alimento. Para sustentar a família, o missionário tornou-se lavrador da terra e empregou-se em uma fábrica de anil.
Durante mais de trinta anos Carey foi professor de línguas orientais no colégio de Fort Williams. Fundou tam­bém, o Serampore College para ensinar os obreiros. Sob a sua direção, o colégio prosperou, preenchendo um grande vácuo na evangelização do país.
Ao chegar à Índia, Carey continuou os estudos que co­meçara quando menino. Não somente fundou a Sociedade de Agricultura e Horticultura, mas criou um dos melhores jardins botânicos, redigiu e publicou o "Hortus Bengalensis". O livro "Flora Índica", outra de suas obras, foi consi­derada obra-prima por muitos anos.
Não se deve concluir, contudo, que, para Guilherme Carey, a horticultura fosse mais do que um passatempo. Passou, também, muito tempo ensinando nas escolas de crianças pobres. Mas, acima de tudo, sempre lhe ardia no coração o desejo de se esforçar na obra de ganhar almas.
Quando um de seus filhos começou a pregar, Carey es­creveu: "Meu filho, Félix, respondeu à chamada para pre­gar o Evangelho". Anos depois, quando esse filho aceitou o cargo de embaixador da Grã Bretanha no Sião, o pai, desa­pontado e angustiado, escreveu para um amigo: "Félix en­colheu-se até tornar-se um embaixador!"
Durante o período de quarenta e um anos, que passou na Índia, não visitou a Inglaterra. Falava, embora com di­ficuldade, mais de trinta línguas da Índia, dirigia a tradu­ção das Escrituras em todas elas e foi apontado ao serviço árduo de tradutor oficial do governo. Escreveu várias gra­máticas indianas e compilou notáveis dicionários dos idio­mas bengali, marati e sânscrito. O dicionário do idioma bengali consta de três volumes e inclui todas as palavras da língua, traçadas até a sua origem e definidas em todos os seus sentidos.
Tudo isto era possível porque sempre economizava o tempo, segundo se deduz do que escreveu seu biógrafo:
"Desempenhava estas tarefas hercúleas sem pôr em risco a sua saúde, aplicando-se metódica e rigorosamente ao seu programa de trabalho, ano após ano. Divertia-se, passando de uma tarefa para outra. Dizia que se perde mais tempo, trabalhando inconstante e indolentemente do que nas interrupções de visitas. Observava, portanto, a norma de entrar, sem vacilar, na obra marcada e de não deixar coisa alguma desviar a sua atenção para qualquer outra coisa durante aquele período."O seguinte escrito pedindo desculpas a um amigo pela demora em responder-lhe a carta, mostra como muitas das suas obras avançavam juntas:
"Levantei-me hoje às seis, li um capítulo da Bíblia hebraica; passei o resto do tempo, até às sete, em oração. Então assisti ao culto doméstico em bangali, com os cria­dos. Enquanto esperava o chá, li um pouco em persa com um munchi que me esperava; li também, antes de comer, uma porção das Escrituras em industani. Logo depois de comer sentei-me, com um pundite que me esperava, para continuar a tradução do sânscrito para o ramayuma. Tra­balhamos até as dez horas, quando então fui ao colégio para ensinar até quase as duas horas. Ao voltar para casa, li as provas da tradução de Jeremias em bengali, só findan­do em tempo para jantar. Depois do jantar, traduzi, ajuda­do pelo pundite chefe do colégio, a maior parte do capítulo oito de Mateus em sânscrito. Nisto fiquei ocupado até as seis. Depois das seis assentei-me com um pundite de Te­linga, para traduzir do sânscrito para a língua dele. Às sete comecei a meditar sobre a mensagem para um sermão e preguei em inglês, às sete e meia. Cerca de quarenta pes­soas assistiram ao culto, entre as quais, um juiz do Sudder Dewany'dawlut. Depois do culto, o juiz contribuiu com 500 rupias para a construção de um novo templo. Todos os que assistiram ao culto tinham saído às nove horas; sentei-me para traduzir o capítulo onze de Ezequiel para o bengali. Findei às onze, e agora estou escrevendo esta carta. De­pois, encerrei o dia com oração. Não há dia em que dispo­nha de mais tempo do que isto, mas o programa varia."
Com o avançar da idade, seus amigos insistiam em que diminuísse os seus esforços, mas a sua aversão à inatividade era tal, que continuava trabalhando mesmo quando a força física não dava para a necessária energia mental. Por fim, viu-se obrigado a ficar de cama, onde continuava a corrigir as provas das traduções.
Finalmente, em 9 de junho de 1834, com a idade de 73 anos, Guilherme Carey dormiu em Cristo.
A humildade era uma das características mais destaca­das da sua vida. Conta-se que, no zênite da fama, ouviu certo oficial inglês perguntar cinicamente: - "O grande doutor Carey não era sapateiro?" Carey, ao ouvir casual­mente a pergunta, respondeu: "- Não, meu amigo, era apenas um remendão."
Quando Guilherme Carey chegou à Índia, os ingleses negaram-lhe permissão para desembarcar. Ao morrer, po­rém, o governo mandou içar as bandeiras a meia haste em honra de um herói que fizera mais para a Índia do que to­dos os generais britânicos.
Calcula-se que traduziu a Bíblia para a terça parte dos habitantes do mundo. Assim escreveu um de seus sucesso­res, o missionário Wenger: "Não sei como Carey conseguiu fazer nem a quarta parte das suas traduções. Faz cerca de vinte anos (em 1855), que alguns missionários, ao apresen­tarem o Evangelho no Afeganistão (país da Ásia central), acharam que a única versão que esse povo entendia era o Pushtoo, feita em Sarampore por Carey."
O corpo de Guilherme Carey descansa, mas a sua obra continua a servir de bênção a uma grande parte do mundo.
do Livro: Heróis da Fé

Clique play para abrir o vídeo.